
Amigos
Páginas
quarta-feira, 27 de janeiro de 2010
Mãe.

terça-feira, 26 de janeiro de 2010
Espaço 115 do Mercado

Público
de Porto Alegre, nesse momento o
Espaço 115 e o Mercado fecham suas portas e
adormecem..."
BOA NOITE!
sexta-feira, 15 de janeiro de 2010
Silêncio no Haiti
Não lembro de tantas "tragédias" ocorridas no início de um ano... É enchente no Rio Grande do Sul e São Paulo, desabamentos de terra no Rio, inverno rigoroso na Europa...e o terremoto no Haiti. Todos esses acontecimentos nos mostram que além das guerras, dos acidentes de trânsito, das invasões "no morro", tráfico, desmatamento, falta de consciência e toda forma de "destruíção" provocadas pelo homem, refletem não apenas no Sul, mas no Norte e em cada canto do mundo...
No dia 12 de janeiro o terremoto ocorrido no Haiti levou com ele milhares de vidas, outros milhares de órfãos estão sem expectativas de futuro e outras milhares de famílias estão desapoiadas... Em meio aos milhares de haitianos que perderam suas vidas estão brasileiros, brasileiros que dedicaram sua vida e trabalho promovendo a generosidade. Brasileiros como Zilda Arns Neumann, que viu na educação a possibilidade de combater doenças e a marginalidade infantil, levando a solidariedade e conhecimento sobre saúde, nutrição, educação e cidadania, para as comunidades mais carentes, criando condições e escolhas e possibilitando a esses individuos a se tornarem protagonistas de sua própria transformação social.
Li no blog da Andréa Blois uma frase que evidencia qualquer ato de benevolência: "O legado de Zilda Arns está aí estampado no sorriso de cada criança que ela, contrariando a ordem da história, ajudou a crescer. O Céu hoje ficou mais generoso", então, vamos nós, contrariar a ordem da história e promover muitos outros sorrisos...(...) Sabemos que a força propulsora da transformação social está na prática do maior de todos os mandamentos da Lei de Deus: o Amor, expressado na solidariedade fraterna, capaz de mover montanhas."Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a nós mesmos" significa trabalhar pela inclusão social, fruto da Justiça; significa não ter preconceitos, aplicar nossos melhores talentos em favor da vida plena, prioritariamente daqueles que mais necessitam. Somar esforços para alcançar os objetivos, servir com humildade e misericórdia, sem perder a própria identidade.
Cremos que esta transformação social exige um investimento máximo de esforços para o desenvolvimento integral das crianças. Este desenvolvimento começa quanto a criança se encontra ainda no ventre sagrado da sua mãe. As crianças, quando estão bem cuidadas, são sementes de paz e esperança. Não existe ser humano mais perfeito, mais justo, mais solidário e sem preconceitos que as crianças.
Como os pássaros, que cuidam de seus filhos ao fazer um ninho no alto das árvores e nas montanhas, longe de predadores, ameaças e perigos, e mais perto de Deus, devemos cuidar de nossos filhos como um bem sagrado, promover o respeito a seus direitos e protegê-los.
Trechos do último discurso de Zilda Arns proferido no Haiti no dia 12 de janeiro de 2010.(original em espanhol)
E citando Dom Paulo Evaristo Arns,
"NÃO É HORA DE PERDER A ESPERANÇA".
sábado, 2 de janeiro de 2010
2010
Na virada do ano, pela primeira vez não fiquei com a minha família, nem com a família do meu namorado... Esse ano fiz algo diferente, que nunca havia feito antes. TRABALHEI! Isso mesmo! Lembra que comentei numa das postagens que estava passando por um momento de transição? Bom, essa mudança interveio inclusive no lado profissional. Isso porque hoje estou de férias da sala de aula, mas não significa que posso me dar ao luxo de ficar de pernas para o ar, pelo contrário, preciso trabalhar, trabalhar, trabalhar... E o meu trabalho de final de ano mostrou como nós podemos fazer a diferença, como a nossa presença pode ser importante para aquelas pessoas que não conhecíamos a um mês atrás...
Araci, uma senhora de seus setenta e poucos anos, professora aposentada de história, repleta de histórias de vida para contar e dividir, bem humorada, carinhosa, um exemplo de vida... Um ser que apesar de seus poucos e lentos movimentos consegue despertar no mais calmo dos seres humanos uma sensação de euforia... Essa é a Araci, uma amiga que ganhei antes de iniciar o próximo passo..., minha companhia na virada do ano (com direito a ceia, champagne e muitos pensamentos positivos...).
Esse ano, novos objetivos foram determinados, acreditar que eu posso fazer tudo o que eu quiser, sem que para isso eu precise passar por cima de qualquer pessoa é a minha pretensão... Além de conhecer um pouco mais o meu EU, quero buscar e encontrar novos “horizontes”, eu quero e vou ser muito feliz, nessa nova etapa da minha vida!!
Que Deus abençoe todos os nossos dias deste novo ano, e que os anjos digam AMÉM!!!
sábado, 26 de dezembro de 2009
Outro ano que se vai...
Hora de fazer uma retrospectiva e um "balanço" de tudo que aconteceu, é hora de saber se aqueles pedidos feitos na hora da virada foram atendidos, é hora de traçar novos objetivos e buscar responder porque algum deles não foram realizados... Todo final de ano esperanças são renovadas, perspectivas são criadas e uma onda de pensamentos positivos nos envolve de tal maneira que acreditamos ser tudo possível... depositamos a esperança nos nossos sonhos, novos e antigos, para um ano que se aproxima...
e todo ano é sempre a mesma coisa...
A famosa lentilha consumida após a meia noite para trazer sorte, as 12 uvas e 12 pedidos (um para cada mês do ano), pular as sete ondas (Tradição africana que se incorporou ao umbandismo e ao candomblé. O sete é um número considerado espiritual, referente aos dias da semana, chacras...), jogar flores para Iemanjá, colocar uma folha de louro na carteira, e uma das mais conhecidas: a roupa branca (o branco é a cor mundial da paz, significa pureza, representa a luz, simboliza o renascimento), cada um faz aquilo que acredita...
e agora??
Durante muitos anos eu fui uma dessas pessoas que no momento da virada fazia pelo menos um desses rituais, seja para trazer sorte, seja por superstição, é aquela velha história : “se bem não faz, mal também não deve fazer”, mas hoje com essa correria de todos os dias, não lembro a última vez que fiz algum desses "rituais", ou será que lembro? Bom, o importante é não deixar as metas e sonhos de lado, aliás, independente de se pular ondas ou não, usar branco ou azul, precisamos SEMPRE ir atrás daquilo que acreditamos, pois são as nossas atitudes que farão a diferença na realização de nossos sonhos...
Posso dizer hoje que 2009 foi um ano difícil (e pra quem não foi?), um ano de perdas, de separações, de ansiedade, de tristezas... mas um ano de alegrias também, e de novas descobertas, e de reencontros, e de possibilidades... um ano de escolhas, de trilhar novos caminhos, de se ver no gesto do outro, de se ver nos olhos do outro. Um ano que o amor foi colocado à prova, venceu e superou expectativas, foi conservado através das boas lembranças e alimentado pela vontade, pelo querer viver cada dia... Um ano que chega ao fim e que deixa saudades, e principalmente, abre "os caminhos" para um 2010 cheio de novas conquistas!
QUE VENHA 2010! Pulando ondas, fazendo pedidos, comendo romã... não importa. Que seja apenas MARAVILHOSO!!
Sem esquecer da ESPERANÇA...
Pode ser aquela do poema de Quintana...
Esperança
Lá bem no alto do décimo segundo andar do Ano
Vive uma louca chamada Esperança
E ela pensa que quando todas as sirenas
Todas as buzinas
Todos os reco-recos tocarem
Atira-se
E
— ó delicioso vôo!
Ela será encontrada miraculosamente incólume na calçada,
Outra vez criança...
E em torno dela indagará o povo:
— Como é teu nome, meninazinha de olhos verdes?
E ela lhes dirá
(É preciso dizer-lhes tudo de novo!)
Ela lhes dirá bem devagarinho, para que não esqueçam:
— O meu nome é ES-PE-RAN-ÇA...
Mário Quintana

UM MARAVILHOSO 2010 PARA TODOS!!
sábado, 12 de dezembro de 2009
Primeiros Passos
Então aí vai o texto de uma pequena grande escritora, minha escritora, minha filha Nicole Wepster.
“ADEUS ANO VELHO, FELIZ ANO NOVO”
Como diz a música é um ano novo, é um ano de novas recompensas, esperanças, vitórias. Mas também muitas guerras, tristezas, derrotas. Mas isso pouco importa, o que importa é a paz, felicidade (coisas boas).
Eu (Nicole) queria que nesse dia tão especial só fossem lembrados momentos bons, e que fossem esquecidos os momentos ruins.
Lembre-se que nós não duramos para sempre, e que temos que aproveitar muito nossos pequenos anos de vida. E para isso precisamos ser felizes. Então! O que você acha? Vamos tentar mudar o mundo? Deixar ele repleto de coisas boas, realizar nossos sonhos, vamos ajudar e ser amigo do nosso próximo? Ajudar um ao outro, cuidar uns dos outros, para nossas vidas serem repletas de alegria...
Somos todos tios, tias, primos, primas, irmãos, irmãs, mães, pais, avós e avôs, e sabemos como é, eu tenho tudo isso, mas tem muita gente que não, família é o que faz as pessoas mais felizes, dá mais esperança para tudo que vamos fazer, para todas as oportunidades e problemas que mesmo sendo difíceis podem ser resolvidos.
Vamos dar mais valor as nossas vidas?
TODO MUNDO TEM O DIREITO DE SER FELIZ, INCLUSIVE VOCÊ!
ESSA É A NICOLE




O Colecionador de Manhãs
E para aqueles que ficaram curiosos e não leram o livro, vai a dica:

"Se você encontrar um senhor de cabelos bem brancos olhando fixo para o céu, provavelmente estará diante de um pastor de nuvens. O insólito trabalho pode parecer monótono, mas é tão necessário quanto o dia e a noite. É o que defende o narrador dessa história, que descobre cedo que basta uma olhadinha ao céu para saber como aproveitar bem uma tarde ensolarada". (Resenha de Nina Pavan)
"Vencedor do Prêmio Luis Jardim de Literatura e destaque em mais três premiações no Brasil e em Portugal; este livro é destinado a leitores dos 8 aos 80 anos e fala do afeto, esse sentimento delicado como pássaro com asa quebrada. São duas histórias sobre a relação avô e neto, pai e filho, com a poesia e a criatividade que já consagraram o autor como um dos grandes nomes da prosa moderna." (publicado no site vetorcultural.com)
Sobre o autor Formado em Direito, desde criança gosta de Clarice Lispector e Jack London.
O Colecionador de Manhãs, Walther Moreira-Santos, 40 págs., Ed. Formato, tel. (11) 3613-3000, 28 reais